Há 3 semanas, iniciamos um grupo de estudos de Cultura de Paz. Estamos lendo “Uma Ética para o Novo Milênio”, de SS Dalai Lama. Um excelente e saboroso roteiro para nossas reflexões.
Ontem, nosso encontro foi bem bacana. A partir da visão de SS Dalai Lama apresentada no início do segundo capítulo, conversamos sobre a relevância da diversidade de religiões, que surge como uma resposta à condição humana de busca de sentido e felicidade, e falamos um pouco dessa riqueza do Budismo, que oferece muitas vias de acesso. Podemos nos aproximar por devoção, pela riqueza e profundidade filosófica e mais um monte de “jeitos”. Somos todos diferentes em sensibilidades e inclinações, ao mesmo tempo que somos todos movidos pela tal pergunta: “como ser feliz?”
A partir dessa noção das diferentes inclinações, caminhamos para a noção de rede, essa rede que nem reconhecemos e que nos sustenta em diversos níveis, seja em aspectos materiais (pessoas cuidando da manutenção da rede elétrica, do preparo e distribuição dos nossos alimentos, etc), emocionais, e, principalmente, aspectos ligados ao sentido da vida.
Falamos do que reconhecemos como necessidades para nosso sustento nesses diversos aspectos e fomos dando uma pincelada sobre a solidez que emprestamos àquilo que parece necessário para nossas vidas, e do estranhamento que nos surge diante da dissolução de alguns aspectos dessa rede que parece nos sustentar...
Fomos abrindo vários olhares, e a coisa já estava muito boa! Daí chegou Antonio, querido amigo da sanga, sempre conosco nas outras atividades, mas primeira vez nesse grupo. Chegou já meio pelo “final da conversa”. Ouviu um tantinho... e derramou sua experiência de vida, contemplando todos os aspectos que haviam surgido. Se tivesse combinado um roteiro, não teria sido tão bom! Um show de sincronicidade.
Ele trouxe suas experiências na busca de sentido, suas sensibilidades diante da dimensão do mistério. Falamos sobre a vida. Vida que não busca explicações, mas sentido. Vida que busca vida.
E nos reconhecemos naquela fala. Não porque tenhamos passado por tudo aquilo. Isso nem importa. Reconhecemos ali nossas infinitas possibilidades e oportunidades de nascer. De morrer e renascer. A cada segundo.
Uma noite bonita. Mais uma noite bonita em sanga. No mundo.
Carinho e gratidão,
Teresa
Ontem, nosso encontro foi bem bacana. A partir da visão de SS Dalai Lama apresentada no início do segundo capítulo, conversamos sobre a relevância da diversidade de religiões, que surge como uma resposta à condição humana de busca de sentido e felicidade, e falamos um pouco dessa riqueza do Budismo, que oferece muitas vias de acesso. Podemos nos aproximar por devoção, pela riqueza e profundidade filosófica e mais um monte de “jeitos”. Somos todos diferentes em sensibilidades e inclinações, ao mesmo tempo que somos todos movidos pela tal pergunta: “como ser feliz?”
A partir dessa noção das diferentes inclinações, caminhamos para a noção de rede, essa rede que nem reconhecemos e que nos sustenta em diversos níveis, seja em aspectos materiais (pessoas cuidando da manutenção da rede elétrica, do preparo e distribuição dos nossos alimentos, etc), emocionais, e, principalmente, aspectos ligados ao sentido da vida.
Falamos do que reconhecemos como necessidades para nosso sustento nesses diversos aspectos e fomos dando uma pincelada sobre a solidez que emprestamos àquilo que parece necessário para nossas vidas, e do estranhamento que nos surge diante da dissolução de alguns aspectos dessa rede que parece nos sustentar...
Fomos abrindo vários olhares, e a coisa já estava muito boa! Daí chegou Antonio, querido amigo da sanga, sempre conosco nas outras atividades, mas primeira vez nesse grupo. Chegou já meio pelo “final da conversa”. Ouviu um tantinho... e derramou sua experiência de vida, contemplando todos os aspectos que haviam surgido. Se tivesse combinado um roteiro, não teria sido tão bom! Um show de sincronicidade.
Ele trouxe suas experiências na busca de sentido, suas sensibilidades diante da dimensão do mistério. Falamos sobre a vida. Vida que não busca explicações, mas sentido. Vida que busca vida.
E nos reconhecemos naquela fala. Não porque tenhamos passado por tudo aquilo. Isso nem importa. Reconhecemos ali nossas infinitas possibilidades e oportunidades de nascer. De morrer e renascer. A cada segundo.
Uma noite bonita. Mais uma noite bonita em sanga. No mundo.
Carinho e gratidão,
Teresa
19 de março de 2010 às 13:24
Que lindo, linda amiga!
obrigada por compartilhar com a gente!
beijo grande,