Impermanência. Esse foi o tema de ontem na sanga. Muitas vezes parece ser o tema de nossas vidas. Impermanência como fonte de sofrimento? Ou será que já reconhecemos na impermanência um indicativo claro da tal liberdade natural que os mestres e grandes meditantes nos apontam?
Plasticidade total nas construções incessantes.
Como lidar com esse potencial aparentemente infinito?
Geralmente nos reconhecemos naquilo que é construído. Raro que nos reconheçamos como construtores de tudo aquilo que nos surge. Ainda mais raro nos reconhecermos como a própria base livre a partir da qual tudo é construído.
Mas de algum modo, ao longo desse caminho, vislumbres nos surgem, aqui e ali.
A prática da meditação, as reflexões a partir dos textos, as rodas de conversa, a energia que surge na sanga, a presença dos mestres... tudo isso parece compor um cenário que provoca essa compreensão de um modo quase natural.
Essa tem sido a experiência de alguns praticantes. Aos poucos vamos nos familiarizando com tudo isso. Ampliamos o contato com nossa própria vida, mente corpo, energia e paisagem, com as pessoas à nossa volta, com o mundo de aparentes desconhecidos que habitam essa bonita casa que chamamos de planeta terra.
Lucidez. Sofrimento. Contato. Compaixão.
Incompreeensão. Humildade. Sabedoria. Incertezas.
Tudo segue dançando. Tudo segue vivo.
Incessante. Impermanente.
Plasticidade total nas construções incessantes.
Como lidar com esse potencial aparentemente infinito?
Geralmente nos reconhecemos naquilo que é construído. Raro que nos reconheçamos como construtores de tudo aquilo que nos surge. Ainda mais raro nos reconhecermos como a própria base livre a partir da qual tudo é construído.
Mas de algum modo, ao longo desse caminho, vislumbres nos surgem, aqui e ali.
A prática da meditação, as reflexões a partir dos textos, as rodas de conversa, a energia que surge na sanga, a presença dos mestres... tudo isso parece compor um cenário que provoca essa compreensão de um modo quase natural.
Essa tem sido a experiência de alguns praticantes. Aos poucos vamos nos familiarizando com tudo isso. Ampliamos o contato com nossa própria vida, mente corpo, energia e paisagem, com as pessoas à nossa volta, com o mundo de aparentes desconhecidos que habitam essa bonita casa que chamamos de planeta terra.
Lucidez. Sofrimento. Contato. Compaixão.
Incompreeensão. Humildade. Sabedoria. Incertezas.
Tudo segue dançando. Tudo segue vivo.
Incessante. Impermanente.